A rápida evolução da inteligência artificial tem facilitado a criação de soluções e protótipos capazes de impressionar em demonstrações. No entanto, transformar essas iniciativas em ferramentas preparadas para a rotina de seguradoras e corretoras envolve desafios que vão além do resultado apresentado inicialmente. Esse foi um dos pontos abordados pela TRINCA durante a participação no Bate Bola com Gustavo Doria Filho, programa da TV CQCS.
Representando a empresa, Gustavo Mayer, Co-founder e COO da TRINCA, conversou com Gustavo Doria Filho sobre o avanço da inteligência artificial e os impactos da tecnologia sobre as operações do mercado de seguros. Ao longo do bate-papo, a discussão passou pela diferença entre desenvolver rapidamente uma prova de conceito e estruturar uma solução capaz de funcionar de maneira consistente em ambientes reais.
Segundo Mayer, a facilidade de criação de protótipos pode gerar uma percepção de maturidade maior do que aquela que a solução efetivamente possui. “Só que existe uma grande diferença entre prototipar, por mais bonito que pareça, por mais funcional que aquilo pareça, se aquilo ali está seguindo realmente uma arquitetura correta, se não tem alguma exposição de risco ali. Então, muita gente está confundindo essas soluções com uma solução final que vai ser colocada para ser usada ali pelo usuário, realmente. Uma solução como essa não para de pé na primeira ou segunda-feira de uma corretora, de uma seguradora”, afirmou.
A discussão reforça que, no ambiente segurador, a adoção de inteligência artificial exige atenção não apenas à capacidade de demonstração da tecnologia, mas também à sua estrutura, aos riscos envolvidos e à capacidade de sustentar o uso contínuo pelos profissionais.
A participação da TRINCA no programa também integra o debate mais amplo sobre o momento de transformação vivido pelo setor de seguros e os caminhos para incorporar novas tecnologias de forma consistente às operações.
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Fonte: Portal CQCS































