Encontre tudo sobre seguros e planos de saúde!

domingo, agosto 30, 2026 00:44
Edit Template

Pesquise por Notícias ou Artigos em todo o site.

Edit Template
Edit Template

Pesquise por Notícias ou Artigos em todo o site.

Edit Template

Seguros > Notícias

24º Congresso dos Corretores de Seguros debate nova era da distribuição de produtos

24º Congresso dos Corretores de Seguros debate nova era da distribuição de produtos Notícias,Porto,Grupo HDI,SUSEP,Allianz Seguros,CNSEG,Tokio Marine,Mapfre,Grupo Bradesco Seguros

Nesta sexta-feira (28), teve início o segundo dia do 24º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros, que reúne corretores, lideranças, executivos de seguradoras, autoridades e especialistas para debater os principais desafios, transformações e perspectivas do mercado de seguros no Brasil. A plenária principal contou com a participação de representantes de destaque do setor, que discutiram “A Nova Era da Distribuição de Seguros e o Futuro do Setor”.
Alessandro Octaviani, superintendente da Susep, destacou a importância do seguro para o desenvolvimento da economia brasileira e o papel estratégico dos corretores na ampliação da proteção no país. “Sem seguro, não há futuro para a economia brasileira. Temos uma enorme lacuna securitária no país. Sem corretor de seguros é impossível, e sem distribuição é impossível cumprir essa política nacional. Isso faz parte da sobrevivência do corretor como profissional e da eficiência das empresas. Estamos falando de uma infraestrutura para o desenvolvimento nacional. Precisamos construir uma estratégia nacional de resiliência securitária. O corretor é a correia de transmissão essencial da infraestrutura da economia social chamada seguro”, disse. 
Dyogo Oliveira, presidente da CNseg, ressaltou o papel do corretor na distribuição de seguros e a importância do setor para o desenvolvimento econômico e social. “O mercado de seguros tem uma particularidade: não é o fabricante que faz a distribuição, é o corretor. Quando falamos em expansão, estamos falando da expansão do mercado como um todo. Nós temos uma função absolutamente nobre na economia e na sociedade. O papel do seguro é fundamental para o crescimento dos negócios, para a resiliência das cidades e para a vida das pessoas e das empresas. Para o crescimento econômico, o elemento principal é a gestão de riscos.O seguro é a mola principal que move uma sociedade moderna, desenvolvida e sofisticada”, pontuou. 
O CEO da Allianz Seguros, Eduard Folch, afirmou que, para ampliar a penetração dos seguros, é necessário compreender os motivos que afastam parte da população do mercado. “O mercado é grande e representa uma grande oportunidade, mas temos que entender por que esse mercado existe dessa forma. Será que escutamos o suficiente as pessoas que não usam o seguro e as razões para isso?” Folch também chamou atenção para o potencial do seguro de vida. “Cerca de 61% da população brasileira tem um pequeno patrimônio e uma necessidade de ter um seguro de vida. Estamos falando de um grande potencial, de um grande mercado que precisamos atingir”, destacou. 
Paulo Kakinoff, CEO do Grupo Porto, destacou o papel dos corretores diante das novas tecnologias e o potencial da inteligência artificial para ampliar a oferta de proteção aos clientes. “Vejo aqui uma oportunidade para os corretores. Somos construtores de soluções que vão gerar oportunidades de proteção. A inteligência artificial pode representar um novo ciclo com os nossos clientes, ao mesmo tempo em que nos permite oferecer aquilo que o cliente mais demanda. As plataformas ganham espaço porque levam a conveniência de uma solução em um único lugar. Podemos ampliar a capacidade de sermos, para os nossos clientes, um único lugar de resolução, e isso só se dá com a ampliação do portfólio. Para o corretor, é de suma importância ser esse lugar”, disse. 
O CEO do Grupo HDI, Eduardo Dal Ri, citou a importância do corretor se tornar a principal referência do cliente na contratação de seguros e na identificação de novos riscos. “Quando você tem um cliente com vários acessos, é preciso conquistar a principalidade. Os bancos já trabalham isso há muito tempo. Nosso grande desafio é ter um portfólio amplo para oferecer variedade aos corretores.O corretor tem que refletir se está agindo dessa forma, se o cliente vai ligar para ele quando imaginar um novo risco. A diversificação e a penetração do seguro são importantes. A gana tem que ser renovada em tomar conta do cliente e pensar em qual tipo de risco o cliente está exposto”, pontuou. 
Felipe Nascimento, CEO da Mapfre Brasil, afirmou que a inteligência artificial e a tecnologia serão fundamentais para ampliar a distribuição de seguros e aproximar os consumidores das soluções de proteção. “Democratizar a proteção no Brasil é um tema nobre e, quando falamos disso, é quase impossível não falar de tecnologia. As demandas pelos nossos serviços e produtos crescem e, se quisermos escalar, temos que abraçar a tecnologia para encurtar o espaço entre a necessidade e a proteção. O potencial existe e todas as cifras já foram colocadas. O corretor de seguros que embarcar na jornada tecnológica e abraçar a transformação vai substituir aquele que não embarcar”, disse. 
O CEO da BradSeg, Ney Dias, destacou o potencial de crescimento do mercado e a importância da união entre seguradoras, corretores e tecnologia para ampliar a proteção da sociedade. “Evoluímos muito, mas ainda temos um grande espaço para crescer em abrangência e cobertura. Com seguradoras e corretores trabalhando em conjunto e utilizando a tecnologia, podemos ampliar a consciência sobre a importância do seguro e construir uma sociedade cada vez mais protegida”, disse. 
O vice-presidente Comercial e de Produtos Massificados da Tokio Marine Seguradora, Marcelo Goldmam, destacou que a evolução tecnológica deve ser acompanhada pela capacitação dos corretores. “A tecnologia chegou para beneficiar e avançar todos os processos. O corretor é o elo fundamental e cabe a nós capacitá-lo, porque ele é o canal mais eficiente para vender melhor. Goldmam também ressaltou a importância de preparar os profissionais para as novas ferramentas. “A Tokio tem investido muito nisso. Queremos capacitar os corretores para que entendam a inteligência artificial. O mais importante é tentar encantar os clientes. Esse é o nosso grande desafio”, concluiu. 
Com uma programação voltada aos principais desafios e transformações do setor, o 24º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros fortalece debates sobre temas estratégicos para o setor, reunindo especialistas e lideranças para discutir inovação, tecnologia, inteligência artificial, novas oportunidades de atuação e as perspectivas para o futuro da atividade no país.

Fonte: Portal CQCS

Anterior

Notícias recentes: