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quinta-feira, julho 16, 2026 11:08
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Tempo gasto no trânsito pesa cada vez mais no bolso dos brasileiros

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O aumento da mobilidade urbana e o crescimento do tempo médio gasto no trânsito das grandes cidades têm imposto novos desafios aos motoristas brasileiros. De acordo com o estudo TomTom Traffic Index 2025, elaborado pela Tom Tom, empresa multinacional holandesa especializada em tecnologia de geolocalização, os motoristas brasileiros passam mais de 130 horas por ano parados no trânsito durante os horários de pico, equivalente a mais de cinco dias inteiros.
Além dos impactos na qualidade de vida, permanecer longos períodos ao volante acelera o desgaste de diversos componentes do veículo, amplia a exposição a acidentes e eleva os custos com manutenção, combustível e reparos.
Em cidades como São Paulo, os congestionamentos fazem parte da rotina de milhões de pessoas, submetendo os veículos a condições severas de uso, principalmente em trajetos marcados por constantes paradas, arrancadas e baixa velocidade.
Esse cenário impacta diretamente a vida útil de componentes como freios, pneus, suspensão, embreagem e sistema de arrefecimento. Além disso, o funcionamento prolongado do motor em congestionamentos aumenta o consumo de combustível e pode antecipar a necessidade de manutenções corretivas.
Para Kleber Vitor, superintendente da APVS, compreender os efeitos do trânsito intenso sobre o veículo é fundamental para evitar falhas mecânicas e reduzir custos no longo prazo. “Muitas pessoas associam o desgaste do veículo apenas à quilometragem percorrida, mas o tempo de utilização também exerce grande influência. Por conta disso, quem enfrenta essa rotina precisa acompanhar rigorosamente o plano de manutenção recomendado pelo fabricante.”
A manutenção preventiva, segundo o executivo, é uma das principais ferramentas para aumentar a segurança e evitar despesas inesperadas. Revisões periódicas permitem identificar desgastes antes que eles evoluam para falhas mecânicas mais graves, reduzindo o risco de panes, interrupções na rotina e acidentes.
“Em muitos casos, um pequeno reparo realizado no momento certo evita danos muito maiores e custos significativamente mais elevados no futuro. A manutenção preventiva deve ser encarada como um investimento na segurança, na economia e na preservação do patrimônio”, destaca o superintendente.
Além dos cuidados mecânicos, especialistas destacam que o aumento da circulação nas vias também amplia a exposição dos motoristas a colisões e outros imprevistos. Quanto mais tempo o veículo permanece em circulação, maiores são as chances de enfrentar situações que podem gerar impactos financeiros relevantes.
Nesse contexto, o planejamento patrimonial torna-se um aliado importante para quem utiliza o automóvel diariamente, seja para deslocamentos pessoais ou como ferramenta de trabalho.
“A prevenção vai muito além da revisão do veículo. Ela envolve planejamento, direção responsável e preparação para lidar com situações que fogem ao controle do motorista. Contar com uma proteção patrimonial adequada ajuda a reduzir os impactos financeiros de um imprevisto e proporciona mais tranquilidade para seguir a rotina com segurança”, afirma Kleber Vitor.
Para a APVS, fortalecer a cultura da prevenção significa incentivar hábitos que preservem vidas e contribuam para uma mobilidade mais segura. A combinação entre manutenção periódica, condução consciente e planejamento patrimonial representa uma estratégia importante para reduzir vulnerabilidades, prolongar a vida útil dos veículos e minimizar prejuízos em um cenário de trânsito cada vez mais intenso.
FONTE: Grupo Mostra de Ideias

Fonte: Revista Cobertura

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