Digitalizar o mercado de seguros não é só transferir processos para uma tela ou automatizar tarefas. Para Marcio Magnaboschi, CEO da Olik, a tecnologia ganha relevância quando contribui para ampliar o acesso à proteção e tornar produtos financeiramente viáveis para uma parcela maior da população. O tema foi abordado durante entrevista ao CQCS Bate Bola, apresentado por Gustavo Doria Filho, fundador do CQCS.
A própria origem do nome Olik está associada à ideia de fazer diferente. O executivo especificou que conceito acompanha a proposta de usar tecnologia como instrumento para melhorar processos sem perder de vista a função do seguro na sociedade. “A tecnologia é um meio para a gente vender melhor, com mais transparência e com um custo mais adequado. Um dos grandes desafios do mercado é permitir que uma pessoa de baixa renda consiga colocar um produto de proteção que caiba no bolso dela”, afirma Magnaboschi.
Para Magnaboschi, é preciso reduzir custos e tornar a distribuição mais eficiente, para permitir o desenvolvimento de proteções adequadas a públicos que hoje enfrentam dificuldades para acessar determinados produtos relacionados à perda de renda, pagamento de despesas básicas, acesso à internet ou serviços assistenciais. “Nosso propósito, além de fazer diferente, é procurar popularizar, democratizar e promover a inclusão. A gente ainda está bastante longe. Caminhamos passos importantes, mas olha o espaço que ainda existe”, destaca.
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Fonte: Portal CQCS































